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Contas de luz poderão não ser aceitas nas agências da Caixa e lotéricas caso contrato não seja renovado

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A Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) enviou hoje ofício, ao presidente da Cemig, Bernardo Afonso Salomão de Alvarenga, solicitando que seja renovado o convênio entre a estatal e a Caixa Econômica Federal (CEF). Se um novo acordo não ocorrer, a partir do dia 27 deste mês, as contas de luz não poderão mais ser pagas nas agências da CEF e nem nas casas lotéricas.

Para Bruno Falci, presidente da CDL/BH, a medida será um transtorno para os consumidores de todo o Estado, principalmente para os moradores dos municípios menores, onde em muitos casos, as lotéricas são as únicas alternativas aos consumidores. “Com o fim do convênio, os consumidores deverão pagar as faturas por meio de caixas eletrônicos, internet banking ou débito automático, já que os bancos se recusam a receber o pagamento de conta de energia no caixa físico”, explica Falci. “Cria-se assim um obstáculo, pois nem todos optam por débito automático e há ainda quem tenha dificuldades com a tecnologia dos caixas eletrônicos e do internet banking”, completa. O presidente da CDL/BH destaca também que essa medida, além de obrigar o consumidor a ter uma conta em banco, restringe as opções de locais para pagamento oferecidas à população.

A rescisão contratual de prestação de serviços entre a Cemig e a Caixa Econômica Federal será tema de debate hoje, às 15 horas, na Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte na Assembleia Legislativa. A audiência pública foi solicitada pelo deputado Dalmo Ribeiro Silva (PSDB), que afirma que a medida trará graves prejuízos à população. Para o parlamentar, quase metade das contas de luz em Minas é paga em casas lotéricas, sobretudo em municípios do interior, que contam com um número reduzido de agências bancárias.

O deputado ressalta também, que outros pontos credenciados para recebimento de contas, como farmácias, não têm a estrutura de segurança das lotéricas e que num momento de explosão da criminalidade, esse aspecto gera preocupação. Representantes dos setores de comércio e serviços da capital participam do debate, que já conta com a confirmação da CDL/BH, Cemig, CEF, Procon da Assembleia, Sindicato dos Lotéricos e União Nacional das Lotéricas.

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