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Debate morno !

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Portal das Gerais- O seu portal de Segurança Pública e Notícias –   por Jane Huscher

Aconteceu nesta quinta-feira (9), o primeiro debate com os candidatos à Presidência da República. O debate foi marcado por temas como emprego, educação, saúde e segurança. Alvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo(Patriota),
Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Jair Bolsonaro (PSL), Guilherme Boulos (Psol), Henrique Meirelles
(MDB) e Ciro Gomes (PDT) debateram por cerca de três horas.

No primeiro bloco, o primeiro candidato a falar usou o tempo para se apresentar e não respondeu o questionamento que era: ““Se eleito, que primeira medida tomará para estimular a contratação de trabalhadores, como essa medida será tomada, a partir de quando e de onde virão os recursos para que seja bem sucedida?”.
Na sequência, Daciolo, usou seu tempo para atacar os oponentes dizendo que em décadas de vida pública, não fizeram nada, mas também não disse o que faria. Os candidatos Geraldo Alckmin, Meirelles e Marina falaram em recuperar a credibilidade do país e Bolsonaro sobre a retomada do comércio exterior. Boulos disse que se vencer irá revogar todas as medidas tomadas pelo presidente Temer. Ciro prometeu retomar mais de 7 mil obras paradas, que dariam emprego para pessoas não qualificadas.

Ainda no primeiro bloco a temperatura subiu quando Boulos perguntou ao candidato Bolsonaro quem era
“Val”, uma funcionária do deputado,e descreveu seu patrimônio – cinco imóveis –, lembrando que ele recebia auxílio-moradia. Bolsonaro respondeu que Val era sua funcionária, não era fantasma, e que construiu seu patrimônio trabalhando muito,  sem invadir propriedades (Boulos é líder de um movimento de sem-teto em São Paulo). Outro combate aconteceu quando Marina perguntou para Alckmin sobre sua aliança com o centrão. O ex-governador disse que ela era necessária para implementar reformas rapidamente diante do multipartidarismo.

O segundo bloco foi reservado para perguntas dos jornalistas Lana Canepa, Fábio Pannunzio, Rafael Colombo e Sérgio Amaral, que abordavam questões sobre reformas trabalhistas, segurança pública, feminicídio, aborto, crise da Venezuela, e reformas tributárias. Bolsonaro defendeu o armamento da população e criticou defensores dos direitos humanos. Questionado sobre educação, prometeu mais escolas militares. Alckmin disse que reforçará as fronteiras e criará Guarda Nacional. Marina Silva e Boulos falaram sobre a liberação do aborto e mostraram pontos
de vista diferentes. O candidato do Psol afirmou que mulheres devem decidir sobre o tema, mas que a morte das
mais pobres é inadmissível. Já Marina se disse a favor da manutenção da atual legislação, mas se propôs a abrir
discussão em plebiscito. Ciro voltou a defender mudanças na reforma trabalhista.

No terceiro voto, mais um embate, quando Meirelles  questionou Alckmin sobre o que faria com o Bolsa Família. Depois de ouvir que o tucano o manteria e ampliaria, rebateu que o site do PSDB já definiu a política como “bolsa-esmola”. Marina entrou no tema do meio ambiente ao perguntar a Ciro o que seria feito da transposição do rio São Francisco ainda em curso, ao que ele respondeu que é uma das obras que vai retomar.

No quarto bloco as perguntas dos jornalistas foram focadas em corrupção, operação Lava Jato e benefícios para juízes e parlamentares. Marina comentou questão respondida por Alckmin sobre a escolha dos nomes para compor seu governo e acusou o ex-governador de estar com corruptos e contaminar um possível governo. “Nunca
fui ministro do PT”, retrucou o tucano, em referência à passagem da candidata pelo governo Lula.

O último bloco foi  para considerações finais dos candidatos, com um minuto e meio de fala para cada um.

Caso acontece um segunto turno, outro debate já tem data marcada: 11 de outubro

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