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Governador de Minas sancionou lei que ‘inflou’ os contracheques do judiciário mineiro. Em julho, pelo menos 4 desembargadores receberam R$ 501.624,02 !

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Portal das Gerais- O seu portal de Segurança Pública e Notícias – por Jane Huscher

Contracheque, já com descontos, no valor de R$ 501.624,02. Foi o que receberam pelo menos quatro desembargadores e dois juízes do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. O teto de salário para o servidor público brasileiro é de R$ 33,7 mil, que é pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Mas, as ‘vantagens eventuais’, garantem um contracheque obeso. O acréscimo se dá a título de indenização por férias-prêmio, que é uma premiação por tempo no serviço público. Essa indenização, voltou a ser permitida em Minas Gerais apenas para os magistrados, mas os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado e membros do Ministério Público, recorreram à justiça pedindo equiparação à classe jurídica e também entraram na lista dos que recebem.

A lei que abriu essa brecha, foi sancionada pelo governador Fernando Pimentel (PT), que parece, naquele instante ter se esquecido que o estado está deficitário.
Em Minas Gerais, dezenas de magistrados, receberam acima do teto em decorrência da brecha decretada pelo governador.
Em julho, conforme portal da transparência do site do TJ (http://www.tjmg.jus.br), dois desembargadores de câmaras cíveis receberam cada um, de ‘vantagens eventuais’, fora o salário, R$ 71.099,26, obtendo dessa forma um contracheque de R$ 101.366,95.
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