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Governo não consegue ludibriar representantes de sindicatos que saíram da renunião mais revoltados que antes

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Portal das Gerais- O seu portal de Segurança Pública e Notícias –  por Jane Huscher

O governo de Fernando Pimentel (PT) está no fim, e somente ontem, pela primeira vez, ele recebeu representantes de 27 sindicatos de servidores públicos estaduais para conversar sobre a situação econômica do estado.

Os servidores esperavam o anúncio da regularização da folha de pagamentos, com o fim do escalonamento, mas isso não aconteceu. O clima era de “propaganda política”, com o governo colocando a culpa da dívida na gestão anterior e até nos próprios servidores.

Helvécio Magalhães, secretário de Planejamento, informou que foram criadas duas comissões para aconpanhar a situação financeira de Minas (entradas, fluxo de impostos, fundo de participação, fundo da educação e escala de pagamentos) e, também, o déficit da Previdência.

Geraldo Henrique, presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público do Estado de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG) disse: “Vamos ajudar a criar um projeto de lei para que esse fundo venha a financiar as aposentadorias futuras. O que não pode acontecer é os servidores serem colocados como culpados de um problema que não é nosso porque a nossa contribuição é compulsória”.

Já Maria Abadia de Souza, que é presidente do Sindicato dos Servidores do Ipsemg (Sisipsemg), que estava revoltada, desabafou: “Estou cansada de discutir e não ver a solução. Essa discussão sobre criação de comissões está sendo feita tardiamente e não vai solucionar o problema que afeta todos os servidores mineiros porque a escala de pagamento vai continuar da mesma forma”.

Núbia Dias, representante do Sindicato Único dos Trabalhadores da Saúde de Minas Gerais (Sindsaúde-MG),  lamentou a situação e enfatizou que este não é mais o momento de chamar para organizar a gestão. “Agora é hora de avaliar resultados e responder pelos erros. A culpa é do servidor? Estamos mesmo, no final do governo, falando sobre isso?”, questionou.

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