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Polícia Civil deflagra Operação Paz no Campo

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Por Redação Portal das Gerais

A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou, no último domingo , 11 de março,, a Operação Paz no Campo, com o objetivo de cumprir dez mandados de busca e apreensão nas cidades de Capitão Enéas, Montes Claros e Belo Horizonte e três mandados de prisão.

As investigações tiveram início na tarde de quinta-feira , 8 de março,, quando cerca de 120 integrantes do Movimento Frente Nacional de Luta de Campo, que ocupavam a fazenda, estavam na sede da propriedade, e um grupo chegou em um caminhão-baú e desferiu tiros contra os assentados. Dois ocupantes da fazenda foram alvejados, sendo socorridos por equipes de saúde e levados para Montes Claros e Francisco Sá. Outras pessoas foram agredidas com coronhadas. Ao todo sete pessoas foram vitimadas.

Os mandados foram cumpridos com apoio da Polícia Militar, sendo que uma pessoa ligada ao Movimento Frente Nacional de Luta de Campo foi presa em flagrante e conduzida para a Delegacia de Plantão em Montes Claros. Com o referido indivíduo foram apreendidas uma roupa camuflada, similar à farda do Exército, uma  cartucheira e munições. Foi arbitrado fiança, que não foi recolhida, e o suspeito foi encaminhado ao Sistema Prisional.

Desde as prisões ocorridas na sexta-feira (9), quando nove suspeitos foram autuados em flagrante, a Polícia Civil e a Polícia Militar estão trabalhando em conjunto para garantir a “paz no campo”. No final da noite da sexta-feira, outras três pessoas foram presas em Capitão Enéas, sendo surpreendidas quando tentavam fugir. Em posse delas, foram localizadas 11 armas de forte calibre, três rádios, seis toucas ninjas e dinheiro.

Desde o dia do ataque, 13 pessoas foram presas, doze foram autuadas por tentativa de homicídio e associação criminosa e uma por porte de arma de fogo.

São considerados foragidos da Justiça Bernardo Alexandre de Andrade, Leonardo de Andrade e Júlio César Cardoso Torquato.

O Chefe do 11º Departamento de Montes Claros, Delegado-Geral Renato Nunes Henriques, informou que Leonardo Andrade teria sido o mentor do ataque aos assentados. “Bernardo Andrade, irmão de Leonardo, e Júlio César também contribuíram, por isso, são partícipes do crime. Todos se uniram para colocar em prática o ataque e agora são foragidos da Justiça”, explicou o Delegado. “Eles tinham o objetivo de fazer a reintegração à força, ou seja, praticando crime e atacando o grupo do movimento,  expulsando-os da Fazenda ocupada”, completou.

O Delegado Regional Jurandir César relatou que todos os inquéritos instaurados relativos aos conflitos na região já se encontram em fase de conclusão e brevemente serão encaminhados para apreciação da Justiça.

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